NEBULOSA CISNE

Posted 7 Julho 2009 by Daniel Pátaro
Categories: Astronomia, Ciência Civil, Cultura Espacial, Mistérios, Realidade Fantástica, Tecnologia

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CULTURA ESPACIAL

ESO divulga nova imagem de espetáculo de cores em nebulosa

Nebulosa Cisne 2

Acima: O telescópio NTT, em La Silla, no Chile, captou nova imagem em cores da nebulosa Ômega. Foto: ESO/Divulgação.

O Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês) divulgou nesta terça-feira em seu site uma nova imagem da nebulosa Ômega – uma das mais brilhantes e massivas da Via Láctea - que registra o espetáculo de cores produzido no interior da formação de poeira e gás. A ômega, que também é chamada de Nebulosa Cisne, é um grande berçário de estrelas jovens que se localiza entre 5 e 6 mil anos-luz da Terra. A foto foi captada pelos equipamentos do telescópio NTT em La Silla, no Chile. Em 2000, o ESO já havia obtido uma outra imagem da nebulosa Ômega que impressionou os cientistas por penetrar no interior da poeira cósmica, revelando estrelas que estiveram ocultas em observações anteriores. A nebulosa, que tem diâmetro estimado em 15 anos-luz, é composta por cerca de 10 mil estrelas jovens. Um forte brilho e ventos de alta intensidade são gerados a partir da interação dessas estrelas, formando linhas de gás e poeira em toda a extensão da Ômega. Alguns astrônomos dizem que, quando vista de um pequeno telescópio, a nebulosa tem um formato que lembra a última letra do alfabeto grego (ômega), enquanto outros acreditam que a forma dela seja a de um cisne. Ainda assim a nebulosa também é chamada de nebulosa Ferradura ou Lagosta. O astrônomo suíço Jean-Philippe Loys observou pela primeira vez a região de formação estelar em 1745. Vinte anos depois, o famoso caçador de cometas, o francês Charles Messier, redescobriu-a independentemente. Em 1866, o astrônomo britânico William Huggins concluiu em novas observações que o fenômeno espacial era uma nuvem brilhante composta por gases distintos. As nebulosas são espécies de nuvens de gás, poeira e plasma geradas pelos resquícios da morte de uma estrela. Possuem uma intensa formação de estrelas e desaparecem gradualmente ao longos de dezenas de milhares de anos. Fonte: Terra.

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AS BELAS DO CÉU

Posted 2 Julho 2009 by Daniel Pátaro
Categories: Astronomia, Campinas, Fotos, Pesquisa Urbana, Radar Especial

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CULTURA ESPACIAL

PESQUISA URBANA

Fotógrafa registra aspectos do céu de Campinas.

LUA BONITA

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Acima: Lua em 01/07/2009, às 21:14 horas.

Estrelas do Céu

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Acima: Céu de Campinas. Imagens capturados no Distrito de Joaquim Egídio, em 21/02/2009, às 19:40 horas.

Fotografia: Camila Casteleti

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ALERTA SOLAR!

Posted 2 Julho 2009 by Daniel Pátaro
Categories: Astronomia, Ciência Civil, Clima, Cultura Espacial, Mistérios, Pesquisa Urbana, Realidade Fantástica, Tecnologia

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CULTURA ESPACIAL

ATIVIDADE SOLAR EM BAIXA

Sol em 03/abril/2009

Acima: Essa imagem espelha a situação do Sol em 03 de abril de 2009, 14h24min, capturada pelo Michelson Doppler Imager no observatório solar SOHO. Vemos aqui uma imagem contínua do Sol, sem nenhuma mancha solar. Crédito: SOHO, NASA/ESA

Nada tem acontecido no Sol há algum tempo, pelo menos quando discutimos sobre a presença (ou melhor: ausência) das manchas solares. “Estamos experimentando um mínimo solar muito profundo”, disse o físico solar Dean Pesnell do Goddard Space Flight Center da NASA em Greenbelt, Mariland, EUA.

ANOS COM MENOR NÚMERO DE MANCHAS SOLARES.

Acima: Gráfico com os anos que apresentaram o menor número de manchas solares no último século. As barras verticais deste histograma representam o número de dias por ano em que as manchas solares estiveram ausentes. Crédito: Tony Phillips (www.science.nasa.gov)

Em 2008 não observamos nenhuma mancha solar em 266 dos 366 dias do ano (73%). A contagem das manchas solares em 2009 caiu ainda mais: até 20 de abril de 2009, 97 dos 112 dias apresentaram nenhuma mancha, ou seja, tivemos um índice de inatividade de 88%. Para aqueles que acompanham a atividade solar rotineiramente esse é o Sol mais calmo já visto em quase um século. Mas, o que isso significa para nós?

As manchas solares são ilhas gigantes de intenso magnetismo do tamanho de planetas na superfície do Sol. As manchas solares são causadoras das tempestades solares (solar flares), de emissões de massa coronal (EMC) e pelo incremento na intensidade da emissão da radiação ultravioleta (UV). O Sol tem um ciclo natural com duração média de  11 anos, que pode variar de 9 anos (ciclo #2 – junho de 1766 a junho de 1775) a 12,5 anos (ciclo #14 – fevereiro de 1902 a agosto de 1913). O ciclo solar oscila entre uma atividade intensa, repleta de manchas solares e uma baixa atividade onde as manchas são raras. O astrônomo alemão Heinrich Schwabe descobriu esse comportamento em meados do século XIX. Através da contagem das manchas solares Schwabe observou que os picos de atividade solar eram sempre seguidos de vales com calma relativa – um comportamento periódico, quase um relógio solar, que se mantém em vigor há 200 anos.

O mínimo solar atual é parte desse padrão de comportamento. De fato, ele está acontecendo no momento correto, mas qual será a razão dessa inatividade expressiva?

O observatório solar espacial Ulysses tem revelado uma queda de 20% na pressão provocada pelo vento solar desde meados dos anos 90 – o ponto mais baixo da curva desde que essas medidas começaram a ser tomadas rotineiramente nos anos 60. Convém lembrar que o vento solar ajuda a defender o sistema solar interior (inner solar system) dos perigosos raios cósmicos, que podem causar sérios danos a saúde dos astronautas no espaço. Um vento solar mais fraco, por outro lado, nos beneficia diminuindo drasticamente a freqüência das tempestades geomagnéticas. A redução do vento solar também reduz a aparição das belíssimas auroras polares, para a tristeza dos observadores.

Medidas cuidadosas realizadas pelas sondas que monitoram o Sol também confirmaram que o brilho solar reduziu-se em 0,02% nas freqüências do espectro da luz visível e caiu 6% nas freqüências da radiação ultravioleta (UV) desde o mínimo solar de 1996. Além disso, os radiotelescópios têm registrado que as  emissões de ondas de rádio pelo Sol estão com a mais baixa intensidade desde 1955.

Esses mínimos têm instigado um debate acirrado se o mínimo solar atual é extremo ou apenas uma correção de rumo que será seguida de um máximo solar de intensidade incomum em 3 anos. “Desde que se iniciou a Era Espacial nos anos 50, a atividade solar tinha se mostrado alta em geral”, disse meteorologista solar David Hathaway da NASA’s Marshall Space Flight Center. “Cinco dos dez ciclos solares mais intensos ocorreram nos últimos 50 anos. Nós simplesmente não estamos acostumados com esse tipo de comportamento profundamente calmo do Sol”.

Há 100 anos tivemos um período de calma profunda registrado. Os mínimos solar de 1901 e 1913, por exemplo, foram até mais longos que esse que estamos presenciamos agora. Para que o mínimo solar atual tenha dimensão similar ele terá que prolongar-se pelo menos por mais um ano inteiro.

De certa forma, essa calma incomum é até bastante interessante, conclama Pesnell. “Pela primeira vez na história estamos observando um mínimo solar profundo”. Uma verdadeira frota estelar de sondas investigadoras [que inclui o SOHO (Solar and Heliospheric Observatory), os novos observatórios espaciais gêmeos STEREO (Solar Terrestrial Relations Observatory), as 5 sondas THEMIS, Hinode, ACE, Wind, TRACE, AIM, TIMED, Geotail, Ulysses e outros satélites] está observando o Sol e seus efeitos na Terra 24 horas por dia e 7 dias por semana. Usando uma tecnologia avançada que não existia 100 atrás, os cientistas têm medido detalhadamente os ventos solares, raios cósmicos, radiação solar e seus campos magnéticos. Os cientistas têm considerado esse mínimo solar muito mais interessante que anteriormente se pensava.

Esse comportamento anômalo do Sol nos 50 anos da era espacial foi bastante comentado há alguns meses. Em 01 de outubro de 2008 um artigo na Physorg destacou: “O Sol sem Manchas Solares: o ano mais ‘em branco’ da Era Espacial”. Considerando o cenário atual vemos agora que 2008, com 266 dias ’sem manchas’ foi ainda mais calmo que 1954, três anos antes do lançamento do primeiro satélite, o Sputnik, quando o Sol ficou ‘em branco’ por 241 dias.

As pessoas com interesse genuíno a respeito das ligações entre o comportamento solar e o clima terrestre estão atentas aos fatos uma vez que a maior evidência conhecida de associação entre a falta de manchas solares e o clima terrestre foi o período denominado mínimo de Maunder que coincidiu com a “pequena era-do-gelo” no século XVIII.

Não resta dúvida que em breve teremos mais informações indicadoras sobre a influência do Sol no clima da Terra. Fonte: Eternos Aprendizes

PESQUISA CIVIL

MAPA DIGITAL

Posted 30 Junho 2009 by Daniel Pátaro
Categories: Cultura Espacial, Mundo, Tecnologia

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CULTURA ESPACIAL

Japão e EUA fazem mais completo mapa topográfico da Terra

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Acima: Uma das imagens capturadas pelo radiômetro Aster, a bordo do satélite artificial Terra.

Um projeto conjunto da agência espacial americana, a Nasa, e do Ministério do Comércio do Japão gerou o mais completo mapa da topografia da Terra, cobrindo 99% da superfície do planeta.

As imagens, que devem ser liberadas para serem baixadas e usadas gratuitamente, foram capturadas pelo radiômetro Aster (sigla em inglês de Advanced Spaceborne Thermal Emission and Reflection Radiometer, ou Radiômetro Espacial Avançado de Emissões Térmicas e Reflexão), a bordo do satélite artificial Terra.

O radiômetro é um equipamento que mede radiação e o Aster já ajudou cientistas a esclarecer questões que vão desde a superpopulação de algas até erupções vulcânicas. O mapa foi baseado em medições do Aster da superfície terrestre feitas a cada 30 m de distância.

“São os dados digitais de elevações mais completos e consistentes já divulgados no mundo”, disse Woody Turner, que participou do projeto pela Nasa. “Isso vai ser útil para usuários e pesquisadores de uma vasta gama de disciplinas que precisam de informações sobre terreno e elevações.”

Até então, o mapa topográfico mais completo tinha sido produzido em uma missão da Nasa realizada pelo ônibus espacial Endeavor em 2000 e cobria apenas 80% da superfície do planeta. Além disso, os dados dela eram menos precisos em terrenos muito íngremes e em alguns desertos. A Nasa agora vai atualizar o banco de dados com novas informações fornecidas pelo Aster para detalhar o mapa atual ainda mais. Fonte: NASA / BBC Brasil

PESQUISA URBANA

VISÕES DE SATURNO

Posted 30 Junho 2009 by Daniel Pátaro
Categories: Astronomia, Cultura Espacial, Mundo, Tecnologia

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CULTURA ESPACIAL

Exposição revela detalhes de Saturno

Uma exposição de fotos da sonda Cassini, da Nasa, inaugurada em Londres, mostra detalhes da atmosfera, luas e anéis de Saturno, o segundo maior planeta do Sistema Solar.

A exposição Visões de Saturno, no Planetário de Greenwich, tenta revelar alguns dos mistérios do planeta distante. Famoso pelos anéis, o planeta também conta com mais de 60 luas. Entre 1979 e 1981, três sondas passaram brevemente pelo planeta, trazendo de volta imagens que intrigaram especialistas. Em 1997, uma missão conjunta da Nasa (agência espacial americana), da Agência Espacial Européia (ESA, na sigla em inglês) e da Agência Espacial Italiana (ASI, na sigla em italiano) enviaram uma sonda mais poderosa para estudar os mistérios de Saturno. A Cassini-Huygens chegou a Saturno em 2004, depois de uma viagem de sete anos por bilhões de quilômetros no espaço. Acoplada à Cassini, foi enviada a sonda Huygens, desenhada para pousar e fotografar a superfície de Titã, a maior lua de Saturno. A exposição fica em cartaz até o fim de agosto. 

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Acima: Por conta de seu tamanho e cor laranja, a lua Titan é facilmente visível perto de Saturno. Os anéis do planeta fazem sombra sobre os hemisférios de Saturno, cobertos de nuvens.

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Acima: Esta imagem mostra os anéis de Saturno, do ponto de vista da câmera da sonda. Apesar de seu extenso diâmetro, os anéis têm espessura extremamente fina, com apenas um quilômetro de espessura.

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Acima: A forma e estrutura dos anéis de Saturno são extremamente influenciadas pela gravidade das várias luas do planeta. Nesta imagem, vemos a lua Pan orbitando dentro do diâmetro dos anéis.

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Acima: Iapetus é uma das luas mais estranhas de Saturno, com uma metade branca e uma metade preta. Uma das teorias é de que o lado “preto” foi coberto por partículas escuras de Saturno.

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Acima: Este close mostra uma cadeia de montanhas feitas de gelo na superfície de Iapetus. As imagens feitas pela Cassini estão expostas no Planetário de Greenwich, no sudeste de Londres.

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Acima: Iluminado pelo sol, o sistema de anéis pode ser visto com detalhes que revelam dois anéis antes desconhecidos. O pequeno ponto à esquerda dos anéis visto na foto é a Terra.

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Acima: Os geisers da lua Enceladus jorram água a centenas de quilômetros de altura. A água se congela em nuvens de cristais de gelo minúsculos. A cor foi usada para destacar erupções individuais.

Fotos: Sonda Cassini/NASA

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VISÃO ESPACIAL

Posted 29 Junho 2009 by Daniel Pátaro
Categories: Cultura Espacial, Mundo

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CULTURA ESPACIAL

EXPLOSÃO NA TERRA

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Os astronautas da Estação Espacial Internacional (ISS) conseguiram registrar o que talvez seja a mais espetacular imagem até hoje feita do espaço de uma erupção vulcânica na Terra. A tripulação da ISS captou a erupção do vulcão Sarychev (Ilhas Kuril no Nordeste do Japão) no dia 12 de junho. A última erupção do Sarychev havia ocorrido em 1989. Fonte: MetSul

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PESQUISA URBANA

FENÔMENO RARO

Posted 29 Junho 2009 by Daniel Pátaro
Categories: Clima, Cultura Espacial, Mistérios, Mundo, Realidade Fantástica

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CULTURA ESPACIAL

FENÔMENO RARO

No dia 5 de junho de 2009, alguns cientistas da Europa conseguiram registrar novamente um dos fenômenos elétricos mais raros e intrigantes que ocorrem na atmosfera terrestre. Muitos dizem que este fenômeno é parecido com fogos de artifício, outros dizem ser luzes dançantes ou chuva de raios. Cientificamente este fenômeno é chamado de “Sprite” e quando são grandes recebem o nome de “Gigantic Jets”.
Apesar dos Sprites (ou Gigantic Jets) terem sido vistos algumas vezes no século passado, os cientistas atmosféricos só reconheceram sua existência após 1989, quando também foram fotografados pelas câmeras a bordo dos ônibus espaciais. Atualmente, devido à grande quantidade de câmeras de alta sensibilidade e maior interesse em sua observação, o registro dos Sprites tem ocorrido com maior frequência.

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Acima: Gigantic Jet registrado sobre Zaragosa, na Espanha, em 1 de maio de 2009. Crédito: Oscar Van der Velde/Spaceweather.

A foto acima foi registrada pelo cientista Oscar Van der Velde, cientista atmosférico ligado ao Laboratório de Aerologia da Universidade Paul Sabatier, na França, que fotografou o evento da janela de seu laboratório em Sant Vicenç de Castellet, na Espanha. “Captei a cena com uma câmera ultra sensível instalada no parapeito da janela. A câmera estava acoplada ao software UFOCapture, que dispara quando ocorre algum evento no céu, como meteoros ou relâmpagos”, explicou o cientista. Apesar de parecer simples, Van der Velde levou mais de 400 dias para registrar o fenômeno. Segundo o pesquisador, o sprite ocorreu a 250 quilômetros de distância da câmera, próximo à costa da França, entre 75 e 100 quilômetros de altitude.

“Devido a altura em que ocorrem, os sprites são um verdadeiro fenômeno meteorológico espacial. Eles se desenvolvem a cerca de 80 km e altitude e crescem em todos os sentidos, inicialmente para baixo e em seguida para cima. Eles acontecem quando um poderoso raio descarrega a energia do topo das nuvens próximas à superfície da Terra em direção à ionosfera, resultando no sprite (faísca, em inglês). Todo o processo não leva mais de 20 milissegundo e quando os raios são muito grandes são chamado de gigantic jets (jatos gigantescos), descargas elétricas gigantescas, poderosas e extremamente raras.”

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Acima: Acima, fenômeno registrado em 5 de junho próximo à costa da França, entre 75 e 100 quilômetros de altitude. Crédito: Oscar Van der Velde/Spaceweather.

Os gigantics jets são tão raros que a maioria das pessoas provavelmente nunca presenciou um deles. De acordo com Van der Velde, a primeira vez que o fenômeno foi observado foi no ano de 2001 em Porto Rico, pelo pesquisador Victor Pasko. A partir de então, até 2007 apenas 30 ocorrências foram registradas em todo o mundo, a maioria delas em alto-mar. Apenas duas foram registradas em áreas continentais e até 2007 nunca havia sido observado nos EUA.

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PORTO ESPACIAL

Posted 29 Junho 2009 by Daniel Pátaro
Categories: Cultura Espacial, Mundo, Realidade Fantástica

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CULTURA ESPACIAL

SPACEPORT AMERICA

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Teve início construção de primeiro porto espacial

As obras para construção do Spaceport America, o primeiro porto espacial do mundo, tiveram início em junho, no Novo México (EUA). O porto será a base de operações comerciais de empresas privadas que oferecem viagens ao espaço e uma das companhias que poderão utilizar o Spaceport é a Virgin Galactic, parte da Virgin Atlantic, uma das maiores companhias aéreas do Reino Unido. No início do ano, a empresa anunciou que planeja levar passageiros a distâncias de 100 km no céu e a ideia é receber 500 passageiros por ano, que pagarão US$ 200 mil por viagem.

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CIÊNCIA CIVIL

SOM DO PASSADO

Posted 29 Junho 2009 by Daniel Pátaro
Categories: Cultura Espacial, Mistérios, Mundo, Realidade Fantástica

CULTURA ESPACIAL

INSTRUMENTO MAIS ANTIGO

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Acima: A flauta, o mais antigo isntrumento musical artesanal, vista no solo da caverna.

 Foi encontrada no sudoeste da Alemanha, nas grutas de Hohle Fels, uma flauta com mais de 35 mil anos feita a partir de osso de grifo, a mais antiga prova de uma tradição musical. 

O instrumento, que estava partido em 12 fragmentos que, depois de unidos, mediam 21,8 centímetros de comprimento e tinham um diâmetro de oito milímetros, foi encontrado em 2008 na gruta de Hohle Fels, perto de achados que têm entre 29 mil e 37 mil anos, divulga hoje a revista Nature.

O instrumento tem cinco buracos e quatro riscas que “serviriam para marcar a posição onde os buracos deviam ser furados” e apresenta ainda dois entalhes profundos em forma de V, que se pensa ser o bocal.

“A superfície e a estrutura da flauta estão em excelente estado e revelam vários detalhes sobre o seu fabrico”, revelam os autores do artigo. Ainda segundo o artigo “os habitantes destes locais tocavam os instrumentos musicais em diversos contextos culturais e sociais” o que poderá ter contribuído para “a manutenção de redes sociais mais amplas e, talvez por isso, favorecer a expansão demográfica e territorial dos humanos modernos”.

Até agora, as mais antigas referências musicais datavam de há 30 mil anos e eram oriundas da França e da Áustria. Fonte: Jornal Digital

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PESQUISA URBANA

ASPERATUS

Posted 16 Junho 2009 by Daniel Pátaro
Categories: Ciência Civil, Clima, Mundo, Realidade Fantástica, Tempo Agora

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CIÊNCIA CIVIL

PESQUISA URBANA

Meteorologistas britânicos identificam novo tipo de nuvem

ASPERATUS

Acima: A nova Asperatus, que possui aspecto de um manto escuro e ondulado, ainda não foi reconhecida internacionalmente.

Membros da Royal Meterological Society, no Reino Unido, identificaram um novo tipo de nuvem que recebeu a denominação Asperatus (”Áspero” na tradução do latim). Os cientistas informaram que a nova massa de vapor registrada possui o aspecto de um manto escuro e ondulado.

A Royal Meterological Society está tratando para que a Asperatus seja reconhecida internacionalmente e incluída pela Organização Meteorológica Internacional na lista de nuvens. Se for aceita, será a primeira variedade a ser classificada desde 1953.

Segundo Gavin Pretor-Pinney, fundador da sociedade, observar uma Asperatus é como ver de baixo a superfície de um mar agitado. Acredita-se que este tipo de nuvem se forma pela mistura de duas massas de ar – uma muito quente e úmida e outra muito fria -, desenvolvendo-se no limite de ambas. Alguns especialistas também sustentam que este tipo de massa de ar seria o resultado de uma turbulência no “ventre” de uma nuvem de tormenta.

Existem dez tipos de formações de nuvens conhecidos. Entre eles, estão a tradicional Cumulus (Cu), que geralmente é vista em dias de tempo bom, e a Cumulonimbus (Cb), temida pela aviação aérea por ser instável em seu interior. As Cumulonimbus atingem a temperatura de -75°C em seu topo e podem ter entre 10 e 20 km de altura. Fonte: Terra.

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